segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Transformação do ser
O som de uma flauta suave
Faz todo problema grave
Ficar insignificante.
Não importa se tomei um "baque"
Deste mundo cheio de falsidade
Meu coração permanesce distante.
Invoco uma magnífica entidade
Para que o meu coração covarde
A bendita luz não estranhe.
Estou na flor da idade
Minh'alma não conhece maldade
Que a benção dos deuses meu peito proclame.
Relaxo na paz do meu espírito,
Pois já fui um homem maldito
Tirei o sorriso da boca da criança.
Que o julgamento dos cinco sentidos
Seja correto, nobre e pacífico
E que meu espírito só veja a esperança.
Que todos os sentimentos magníficos
Tirem a dor d'um antigo martírio
Agora é hora da grande bonança.
Divindades, não castiguem os homens ímpios,
Pois eles não veem a face do divino
Não conseguem enchergar a paz da bem-aventurança.
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