O cocainômano perdido
O desamparado menino
Em busca de uma euforia.
Neste árduo caminho
Cheio de treva e espinhos
Contempla sua vida depressiva
Não tem mais amigos
A paranóia o levou ao abismo
Sua sede de viver está totalmente destruida
Na fissura toca-se o sino
Não encontrastes na droga o sagrado pergaminho
Todas as suas forças estão perdidas.
Na depressão o suicídio fazes presente
O humano atrás do vício não está contente
Só deseja que tudo isso acabe.
No passado plantaste a semente
Da auto-destruição da sua mente
Além da cocaína, não encontra nada que o agrade.
Apesar disso ele também é gente
Sente medo de se tornar um demente
Seu estado é crítico e grave.
Essa melancolia há muito tempo existente
Pemanece em seu corpo jacente
Ainda tem a esperança de sair desse entrave.
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