sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Um grito de lamentação




Gritas incessantemente, eu existo!
Sacie-me!
Chega de camuflagens..
Pois vá direto ao néctar santo do sexo, ser impuro!
Mas como posso eu, pobre mortal, realizar tamanha façanha?
Logo eu que até já beijei os pés da Virgem Maria num templo escuro.
Eu, pobre parafílico
Sei que nada me ajudara
Nada com teor etílico
Então trates de arrumar um jeito!
Use teus truques, oh manipulador!
Faças esta cabecinha maquiavélica funcionar
Não há como... eu simplesmente não consigo
Por que tenho isto meu Deus?
Por que me torturas, oh Criador?
Então te devorarei para o resto da vida!
Bem vindo ao inferno, confuso mental!

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