O sangue que escorre
dos meus braços
É sinal de uma vida inteira
de fracasso
O que lhe direi é
profundo e não dinâmico.
Preste atenção caro
leitor,
Pois ouvirás o som mais profundo de meu interior
Mistura amarga de
sangue com prantos.
O que é uma labareda
a mais para quem está no inferno?
Encontro alívio ao
escrever estes últimos versos
A garota apática e
seu jeito estranho.
Como tudo era mais
fácil na infância
Enquanto cuidava de
minhas belas tranças
E agradecia pelo sol
nascente ao Senhor do Evangelho.
Cá estou eu agora
A garota que deplora
Por um suicídio
analgésico.
Pálida ensanguentada
Desejo que tua
próxima morada
Sege num celestial
castelo.
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