quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Vida Ilusória

O que há de errado comigo?
Vivendo no extremo
Correndo perigo.

Será que estou iludido?
Sob à sombra d'um espectro
Vivo ressentido.

Por que culpar o destino,
Se eu mesmo que afundei-me
Numa fossa sorrindo?

Aquieta-se filho.
Tu não tens tanta culpa,
Dos teu erros cometidos.

Apegar-me-ei ao divino.
Para aprender ser mais amplo,
Amoroso, compassivo.

Levanta essa cabeça menino!
Há uma vida brilhante,
Que ainda não tens reconhecido.

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