O que há de errado comigo?
Vivendo no extremo
Correndo perigo.
Será que estou iludido?
Sob à sombra d'um espectro
Vivo ressentido.
Por que culpar o destino,
Se eu mesmo que afundei-me
Numa fossa sorrindo?
Aquieta-se filho.
Tu não tens tanta culpa,
Dos teu erros cometidos.
Apegar-me-ei ao divino.
Para aprender ser mais amplo,
Amoroso, compassivo.
Levanta essa cabeça menino!
Há uma vida brilhante,
Que ainda não tens reconhecido.
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