domingo, 10 de janeiro de 2016

Contemplando a naureza

O lótus reluzente floresce em meio a lama
A sinfônia dos deuses mostra-se um espetáculo
Meu coração está fissurado por uma dama
Já não existe mais escuridão e nenhum pecado.

Morreria por vossa senhoria, donzela mística
O amor puro que só tenho por você
Um anjo que apareceu em minha vida,
Onde nunca mais por idiotices irei sofrer.

Na floresta fria e escura
Minh'alma cansou de percorrer
Minha espiritualidade agora é pura
Lutar por um estado de paz é o meu dever.

Um sabiá canta longinquo,
Uma música relaxante e suave
Nesse instante agora sinto
A paz reluzente de minha deidade.

As folhas do outono espalham-se pela grama
Secas, mas vistosas como num dia frio
 Observo-as deitado na cama
Toda explandescência de seu brio.

Senhorita, dá-me um beijo de amor?
Faz pulsar minhas veias errantes
Sinta a brisa suave e o frescor
Desse momento mágico e marcante.

Desse clima espiritual minh'alma sente afã
De podermos apreciarmos isso juntos
Esse clima compassivo e louçã
Até o dia em que viraremos dois defuntos.

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