Samantha gostava de masturbar-se usando canetas esferográficas. As canetas ficavam todas acumuladas em sua vagina. Na hora do coito os pênis de seus parceiros ficavam todos desenhados com figuras perfeitas de elefantes, coelhos e najas...
A tinta misturava-se com o líquido de seu sexo com o sêmen alheio, transformando a tinta produzida em uma mistura fluorescente, brilhosa mais do que as estrelas. Devido ao atrito causado pelo ato sexual, as figuras ficavam permanentemente desenhadas em seus homens, tatuando assim para sempre seu momento de amor.
Samantha era uma artista e tanto! Mesmo em meio a dor e ao sofrimento devido a um coito recheado de canetas, ela não parava de desenhar com sua vagina esferográfica. O sangue pingava por causa dos machucados internos, mas ela continuava firme e forte na sua maestria.
Com o passar do tempo, seus desenhos foram ficando cada vez mais realistas e nonsenses, masculinos afeminados e angelicais satânicos. Era incrível como ela conseguia uma proeza dessas!
Ela denominava o sexo como uma atividade física seguida de fluidos corporais. Na verdade havia amor ali, porém este terminava no orgasmo. Queria ser livre como um pássaro para experimentar seu dom artístico pelos quatro cantos do globo.
Ó Samantha, menina danada! Continue a espalhar o dom que Deus te deu! Uma arte super valorizada nos meios artísticos e mundanos. Sege esse belo raio de sol para todo o sempre!
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